quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Perfume do Michael Jackson?


Bom, tudo bem que tem gosto pra tudo hoje em dia, mas criar um perfume utilizando amostras do DNA do Rei do Pop já não é exagero? Pois bem, é isso que a empresa My DNA Fragrance está fazendo...
Já especializada nesse tipo de serviço, a empresa já comercializa fragrâncias baseadas no material genético de Elvis Presley, Marilyn Monroe, Napoleão Bonaparte - também não acreditei - e do rei britânico Edward IV.
Segundo o jornal The Sun, o DNA do perfume de Michael Jackson pode ser extraído de um fio de cabelo que tenha ou não o folículo embrionário intacto. Para quem não se lembra, o DNA do cantor foi extraído no mês passado, quando um colecionador arrematou uma mecha de cabelo do Rei do Pop.



O dia mais belo? Hoje
A coisa mais fácil? Equivocar-se
O maior obstáculo? Medo
O maior erro? Abandonar-se
A raiz de todos os males? Egoísmo
A distração mais bela? Trabalho
A pior derrota? Desalento
Os maiores professores? Crianças
A primeira necessidade? Comunicar-se
De mais feliz a se fazer? Ser útil aos demais
O maior mistério? A morte
O pior defeito? O mau humor
A pessoa mais perigosa? A mentirosa
O pior sentimento? O rancor
O presente mais belo? O perdão
O mais imprescindível? Orar
O caminho mais rápido? O correto
A sensação mais grata? A paz interior
A expressão mais eficaz? O sorriso
O melhor remédio? O otimismo
A maior satisfação? O dever cumprido
A força mais potente do universo? A fé
As pessoas mais necessárias? Os pais
A coisa mais bela de todas? O amor





domingo, 8 de novembro de 2009

Somos nós.....mulheres



'Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. A imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe, filha e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado, decido o cardápio das refeições, cuido dos filhos, marido (se tiver), telefono sempre para minha mãe, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos e ainda faço as unhas e depilação!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO. Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você não é Nossa Senhora.
Você é, humildemente, uma mulher.
E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas..
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante'



Martha Medeiros - Jornalista e escritora

Mães Más....




Um dia quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes:
Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão. Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para fazê-los pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: “Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para deixá-los assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em momentos até odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também!
E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e as mães, quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer: "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...".
As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerantes e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.
E ela nos obrigava a jantar a mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails). Era quase uma prisão.
Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos. Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis.
Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.
Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos, tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde da noite, com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar).
Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência: Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. FOI TUDO POR CAUSA DELA.
Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como minha mãe foi.
EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ MÃES MÁS SUFICIENTES.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Robert Pattinson e Taylor Lautner no Brasil.....??!!!!


Os fãs podem começa a se desesperar.Robert Patson e Taylor Lautner,os interpretes do vampiro Edward Cullen e do lobisomem Jacob Black, podem passar pelo Brasil para divulgar o segundo filme da saga "Crepúsculo","Lua Nova", que tem estréia mundial marcada para 20 de Novembro.
A dupla faria uma turnê promocional , que incluiria vários países da America do sul, segundo o site E!online.Antes porém, Pattinson e o diretor do longa, Cris Weitz, divulgarão "Lua Nova" no Japão nos dias 2 e 3 de Novembro. Em seguida eles seguirão para Paris, onde encontrarão Kristen e Lautner, no dia 10.O grupo também deve passar pela Alemanha e Austria.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Angelina Jolie cotada para filme sobre a família Gucci


A atriz negocia para atuar na próxima produção do diretor Ridley Scott, sobre a família italiana renomada no mundo da moda.

Angelina Jolie está em negociação para trabalhar em "Gucci", um dos próximos projetos do diretor Ridley Scott. O filme contará a história da família italiana nos anos 70 e 80, quando suas 153 lojas no mundo inteiro faturavam US$ 500 milhões por ano.

O personagem principal será Maurizio Gucci, neto do fundador do império fashion, Guccio Gucci. Depois de uma guerra familiar para ficar com o controle do grupo e pouco antes do que seria sua consagração - o primeiro desfile com o novo designer da marca, Tom Ford -, Maurizio foi assassinado em frente ao seu apartamento em Milão, em 1995.

Jolie faria o papel de Patrizia Reggiano, que pegou 29 anos de cadeia por organizar a morte do ex-marido. Leonardo DiCaprio teria sido convidado para fazer o papel de Maurizio. As filmagens começarão apenas no ano que vem.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Madonna : 'consigo me ver na Lady Gaga'


Logo que estourou na paradas com o disco "The fame", de agosto de 2008, a cantora americana Lady Gaga tem sido comparada a Madonna. Para além da música, as semelhanças são óbvias: ambas loiras (naturais ou não), abusam da sensualidade, costumam caprichar nos figurinos, dão apoio à causa gay, destilam comentários espirituosos... Mas se, até agora, a comparação era feita pelos críticos e fãs (ou detratores), desta vez é a própria Madonna quem atesta. "Consigo me ver na Lady Gaga. Na parte mais inicial da minha carreira, com certeza", declara a "material girl" em entrevista à edição americana da revista "Rolling Stone", nas bancas este mês. "Quando a vi, ela não tinha muito dinheiro para produção, tinha as meias calças furadas, e equívocos por toda parte. Era uma bagunça, mas consigo ver que ela tem aquele algo mais. Foi legal vê-la naquele estágio cru", completa Madonna na entrevista.

A cantora veterana diz que se impressionou com um show de Lady Gaga a que assistiu com a filha Lourdes Maria. "Na verdade, senti uma certa identificação", afirma à revista. "Há algo inconvencional nela. Ela é destemida e engraçada, e quando falou com o público, parecia inteligente e esperta."


'Nerd no coração'


Na entrevista concedida ao crítico e editor Austin Scaggs, Madonna reconhece ainda alguns deslizes do início de sua carreira. Quando perguntada sobre sua maior mancada fashion, ela é categórica: "Foi o conjunto de batom lilás e suéter verde fosforescente. Tudo bem, eram os anos 80. Era uma época de cabelo ruim. Vamos encarar", avalia, com bom humor. Entre outras revelações francas, a popstar afirma à "Rolling Stones" que se considerava uma "geek" (nerd) no colégio e que só começou a beber aos 30 anos, depois de se divorciar do ex-marido e ator Sean Penn. "'Geek' não é um termo que as pessoas costumam usar para me descrever, exceto talvez [o produtor] Stuart Price, que uma vez disse 'Você é uma nerd no coração, mas ningém sabe'. Eu entendi como um elogio", diz. Sobre com quem gostaria de trabalhar no futuro, a cantora também tem a resposta na ponta da língua. "Eu queria trabalhar com o Eminem. Mas não acho que ele queria trabalhar comigo. Talvez seja tímido", ironiza.